Glicose

A glicose é um tipo de açúcar, considerada a principal fonte de energia do organismo.

Este açúcar é controlado por uma hormona produzida no pâncreas chamada insulina que ajuda a mover a glicose da corrente sanguínea para as células do organismo.

Se o pâncreas não produzir insulina suficiente ou se este não funcionar corretamente, a glicose pode acumular-se na corrente sanguínea, podendo provocar o surgimento de problemas em vários órgãos (ver mais informação em “riscos das alterações na glicose“).

O valor da glicose pode variar ao longo do dia, em função dos alimentos previamente ingeridos e das atividades físicas realizadas. 

Por que se fazem as análises da glicose?

As análises são efetuadas para perceber se os níveis de glicose no sangue estão dentro dos valores normais, ou se estão alterados (ver valores de referência).

As análises da glicose são frequentemente realizadas como rotina, ou seja, como forma de rastreio de várias doenças, sendo a diabetes a mais prevalente.

O médico recomenda a realização de análises da glicose quando o doente apresenta os seguintes sinais e sintomas de hiperglicemia (níveis elevados de glicose no sangue):

  • Aumento da micção (vontade de urinar);
  • Aumento da sede;
  • Visão turva;
  • Fadiga (cansaço inexplicável);
  • Feridas que demoram a cicatrizar;
  • Etc.

Porém, o médico pode também recomendar as análises da glicose quando o doente apresenta sinais e sintomas de hipoglicemia (níveis baixos de glicose no sangue):

  • Aumento da fome;
  • Ansiedade;
  • Sudorese (suor inexplicável);
  • Tremores;
  • Confusão mental (mais frequente em idosos);
  • Etc.

Podem também ser recomendadas análises da glicose a quem reúne um ou mais fatores de risco, tais como:

  • Obesidade (excesso de peso);
  • Diabetes;
    Hipertensão arterial;
    Doenças cardiovasculares;
  • Hereditariedade (genética): familiares com história de alguma das doenças acima apresentadas;

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